1 de junho de 2011

Falta uma cláusula ao acordo!

Desculpem lá, mas é isso que eu penso. 
A queda do actual governo criou a oportunidade de se deitarem contas à vida e dessas contas resultarem caminhos.  Infelizmente assim não foi.  O único caminho foi traçado pela malta lá de fora, que independentemente dos carcanhóis que vai desatar a mandar para cá, parece ser, até agora, a única capaz de traçar o tal caminho e tudo isto com a concordância da Republica Portuguesa representada pelo seu governo em funções e por três partidos cuja designação modernaça passou a ser os do arco da governação. Os outros dois não concordaram e não assinaram por baixo, eles saberão porquê até porque não se consegue perceber, pelo menos com base na argumentação apresentada, o porque não.  Acho mesmo que a razão do não está mais dentro do "porque sim, e mai nada”!
Entretanto entrou-se no período de debates e julgo não estar longe da verdade se disser que não adiantou nada a nada!  Desculpem, estou a faltar à verdade, se calhar adiantou um pentelho, muito provavelmente zinho, lançando a discussão académica em torno da forma correcta: pintelho ou pentelho!  Até para isto há duas versões!
Como a esperança é a última a morrer, fixámos tudo o que restava dela na campanha que se lhes seguiu.  Hoje, 1 de Junho, apenas a dois ou três dias do seu encerramento, percebe-se que debates e campanha fizeram-se de amores e partiram não se sabe para onde, alimentando-se um do outro até à eternidade, deixando-nos na maior das dúvidas.
Pois bem ainda estamos a tempo de resolver o problema!  A fórmula é fácil e óbvia.
O líder do partido que for chamado a formar governo, deverá, de imediato, proceder à consulta junto dos parceiros europeus da zona euro de forma a recrutar os membros de governo que vier a necessitar o que, atendendo à penúria em que estamos, deverá ser o menor número possível, mas sem miserabilismos lamechas.
Desta forma resolvem-se uma data de problemas.  Ele é o salário dos políticos, ele é a solidariedade que passará a haver digamos que entre o ministro da finanças, um alemão dos quatro costados e aquela malta de Berlim e Frankfurt, ele é o turismo sem a necessidade de se fazer outro Allgarve, leia-se ólgáve, porque a coisa é mesmo para ser em inglês, ele é o ministro da economia a ajustar a concorrência com o que se paga nos combustíveis em França e por aí adiante.
Bem, verdade seja dita que não resolve o problema do inglês técnico, mas assim como assim não é também para isso que aí estão as Novas Oportunidades?

1 comentário:

Joao CL disse...

Onde assino?