
Esta é a fotografia da Ana Flôr, minha aluna de flauta, e do Pedro, em Setembro do ano passado. Foi feita com uma câmara de grande formato (4x5), uma Shen-Hao (que agora pertence ao nosso confrade Nanã Sousa Dias) e com uma Rodenstock 5.6/135mm. Como suporte, o Polaroid 55. Acrescente-se como curiosidade, que este filme proporciona uma imagem em positivo e ao mesmo tempo um negativo que, segundo Ansel Adams, era dos mais bonitos que ele tinha já experimentado. De sensibilidade aconselhada na caixa de 80 asa, para mim utilizo-o a 32 asa.
Esta fotografia foi tirada como parte de um trabalho pessoal de retratos de amigos, mas onde aparecessem duas pessoas. A leitura de um retrato duplo é um pouco diversa da do retrato individual pois, naturalmente, temos tendência a procurar relações entre as duas pessoas e a estabelecer laços que por vezes podem até nem existir.
Para além do que referi, este retrato e outros que entretanto fiz, serviram (e servem) para me familiarizar um pouco mais com o uso da luz artificial (flash) que nunca tinha usado até então. Há pois um benefício mútuo fotógrafo/modelo pois eu faço experiências com o último, e este fica com uma foto tirada por mim, pois faço questão sempre de oferecer uma ampliação a quem convido para ser objecto da minha atenção :)
Esta fotografia foi tirada como parte de um trabalho pessoal de retratos de amigos, mas onde aparecessem duas pessoas. A leitura de um retrato duplo é um pouco diversa da do retrato individual pois, naturalmente, temos tendência a procurar relações entre as duas pessoas e a estabelecer laços que por vezes podem até nem existir.
Para além do que referi, este retrato e outros que entretanto fiz, serviram (e servem) para me familiarizar um pouco mais com o uso da luz artificial (flash) que nunca tinha usado até então. Há pois um benefício mútuo fotógrafo/modelo pois eu faço experiências com o último, e este fica com uma foto tirada por mim, pois faço questão sempre de oferecer uma ampliação a quem convido para ser objecto da minha atenção :)
7 comentários:
O Manuel Luis é daqueles autores/artistas que sempre que se mete nalguma coisa consegue mostrar sempre um elevado padrão de qualidade técnica e um elevado padrão estético.
Esta fotografia é um bom exemplo daquilo que aqui deixo dito.
Como crítica diria que gostaria de encontrar mais contestação em relação às soluções clássicas e já exploradas. Acho que o Manuel Luis devia experimentar desmanchar o arquétipo do retrato, mesmo que isso signifique ter de o voltar a montar e repor. Entre uma e outra acção poderia surgir alguma coisa mais, embora seja difícil mais talvez ainda seja possível ...
Desculpem mais uma vez a intromissão só para dizer que nada tenho a dizer :)
Uma bela imagem, os meus parabéns! E viva a magia do GF ;)
Depois de a ter visto ao vivo não há nada a acrescentar do ponto de vista técnico. Do aspecto fotográfico incomoda-me a indiferença que a modelo transmite, especialmente porque o modelo inter age connosco de uma forma intensa.
ps. a imagem está demasiado pequena para a avaliar correctamente)
Pela manhã antes que me volte a esquecer ! E ao ler o comentário do "josepr" nada mais tenho a dizer. Manel! A tua aluna deve ser uma boa flautista tendo-te como professor mas não coopera muito com a tua vertente fotográfica ! Tem de frequentar um workshop para modelos...
Grande abraço
Compreendo as críticas, mas mesmo assim gosto da imagem. Como o Manuel Luís disse, "...temos tendência a procurar relações entre as duas pessoas e a estabelecer laços que por vezes podem até nem existir."; assim, eu olho para a imagem e vejo uma abordagem não convencional ao retrato de grupo. Desperta-me os sentidos, faz-me interrogar sobre a relação entre os elementos. E por isso, gosto dela...
Cumprimentos!
Começa-me a dar um certo gozo este retorquir ! Faz-me lembrar outros fados mas numa versão bastante mais soft ! :-))
Seus reles !!
Então o Engº teve um trabalho e paciência para criar este singelo blog e vocês , pimba ! Nada de dizerem nada ?!
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